A reutilização de embalagens, seja com embalagens recicladas ou embalagens resistentes, se faz ainda mais necessária nos dias de hoje.
Com cada mais informação sobre a pegada ambiental de todos os setores no planeta, pensar em soluções para o futuro da humanidade começa dos níveis mais simples.
É nisso que entra a reciclagem de embalagens, como forma de reduzir danos em descartes desnecessários na natureza e que prejudicam gerações à frente.
Um caminho inicial a ser apontado, por exemplo, é a forma de embalagem vista como mais sustentável.
Ah, mas reutilizar é tão importante? A resposta é sim. Isto porque, atualmente, a destinação desse tipo de produto quando é descartado é feita de forma errônea.
Aterros, lixões, mares e rios são, por muitas vezes, os principais destinos desse tipo de lixo. Isso faz com que a reciclagem e reutilização de produtos não seja mais possível ou dificultada ao máximo.
Portanto, pensar em reciclagem é necessário e, se não for suficiente pensar assim, é possível levar em consideração que ações do tipo são vistas com bons olhos dentro de qualquer setor nos dias de hoje.
Mas, como o processo de reciclagem envolve muitas camadas, pode-se citar primeiro a questão de materiais que já possuem, em sua naturalidade, características sustentáveis. Confira:
Embalagens de Vidro
As embalagens de vidro para ambas listas – embalagens recicladas e embalagens resistentes.
É um tipo de produto que não libera substâncias tóxicas no que quer que esteja armazenado, mesmo sendo produzido à base de areia, configurando sua resistência e possibilidade de reutilização. Em alguns casos, pode até ser reciclado, de fato.
Alumínio
Mesmo dependendo da mineração, é um material considerado sustentável ante o ciclo infinito de reciclagem que tem.
Não é tóxico ao organismo humano, apesar de em alguns casos conter bisfenol, plástico que reveste latas e é um disruptor endócrino.
Papel Reciclado
Aplicado também ao papelão, consegue exercer funções de proteção a objetos que precisam ser carregados.
Além disso, a reciclagem destes materiais aumentam o tempo de vida do produto e melhoram suas funções, tirando ao máximo daquela matéria-prima sem agredir o meio ambiente.
Plástico PLA
Já citado em outros tipos de embalagem, também é considerado sustentável e ajudante do planeta.
Isto porque sua composição biodegradável pode ser utilizada em muitos setores, incluindo a fabricação de sacolas, canetas, garrafas, vidros, tampas, talheres e qualquer outro objeto voltado à sustentabilidade.
Seu descarte correto transforma-o em substâncias inofensivas e degradadas pela água, por exemplo.
Fato curioso é que quando produzido, o plástico PLA se constitui com um ácido lático produzido por bactérias na fermentação de vegetais ricos em amido.
Portanto, o plástico desse tipo pode ser derivado de alimentos como beterraba, milho e mandioca.
Sua capacidade de ser reciclável química e mecanicamente, além de biocompatível e bioabsorvível são diferenciais que contribuem para pensar que esta modalidade auxilia no desenvolvimento de um planeta mais saudável e menos poluente.
Oxibiodegradável
Esse tipo de embalagem é produzido por meio de um tipo de plástico derivado do petróleo com aditivos pró-degradantes.
Estes aumentam a velocidade de fragmentação do material, que é auxiliado por ações intempéricas, com oxigênio, luz, temperatura e umidade.
Produtos Reciclados
Um produto que é reciclado por mais vezes, obviamente, é o plástico. Além de mais fácil que o papel, é um tipo de bem mais durável e pode servir economicamente para empresas do setor de embalagens.
Neste caso, portanto, ao aplicarmos o cenário de embalagens recicladas e embalagens resistentes, a modalidade que se sobressai é o envelope de segurança.
Com dimensões que vão desde 15 x 25 (largura e comprimento) até 100 x 60, está disponível na cor cinza, na maioria das situações, para o transportador não identificar o que há dentro.
Sua constituição é de polietileno coextrusado. Vale lembrar que este tipo é um dos tipos mais seguros para uso, utilizado inclusive, em outras formas e modelos, na conservação de alimentos por conta de não liberar toxinas no conteúdo que carrega.
Ele passa ainda por uma reciclagem de três camadas. O custo, mesmo com esse processo, fica mais baixo que envelopes de plástico convencional.